Quero lalalaiá porque eu tô voltando....
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Someone asked Mahatma Gandhi which are the factors that can destroy a human being. His response was:
- “Politics without principles,
- “Pleasure without commitment,
- “Wealth without work,
- “Wisdom without character,
- “Business without morals,
- “Science without humanity,
- “Prayer without charity.
“Life has shown me that people are courteous if I am courteous; people are sad if I am sad; people love me if I love them; people are mean if I hate them; people smile if I smile; people scowl if I am scowling; that the world is happy if I am happy; that people get mad if I am mad; that people are grateful if I show gratitude. Life is like a mirror; if I smile, the mirror returns the smile. The same attitude I have towards life is what life will have towards me.
“He who wishes to be loved, must love first.”
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Precisando de mar...
Na mitologia grega, Ícaro, filho de Dédalo e Neucrata. Para fugir do labirinto do Minotauro, seu pai lhe fez asas de penas e cera. Antes de levantar vôo, ainda recomenda altitude média, nem muito perto do Sol, cujo calor derreteria a cera, nem muito perto do mar, cuja umidade tornaria as asas pesadas.Entretanto, no entusiasmo de poder voar, o jovem esqueceu os conselhos do pai e elevou-se tanto nos ares que como Ismália, confundiu-se entre céu e mar.
domingo, 14 de agosto de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
A mesma funcionária explicou que só poderia ser retirado um convite por pessoa, por tratar-se de peça concorrida. "Nem se eu pedir pela escola?", perguntei tolamente. "Nem se você fosse professora do próprio CEU", respondeu com profundo enfado a mesma funcionária.
Tudo bem, chamei alguns alunos que talvez se interessassem a ponto de ir até lá comigo e fomos. E demos com a cara na porta, já que não havia nenhum funcionário do teatro para nos atender. O vigilante de plantão foi categórico: "Convites, só na segunda feira." Ora, segunda feira, quem pode ir até lá? Quem pode faltar à aula ou trabalho para, individualmente, pegar convites para teatro? Mais que isso, o que custa a um funcionário PÚBLICO verificar uma informação antes de repassá-la a alguém? Será que essa senhora não percebe que uma informação incorreta fez com que 40 pessoas perdessem seu tempo e dinheiro se mobilizando para dar com a cara na porta?
Há tempos que o funcionalismo deixou de ser público. A disputa cada vez mais acirrada pelos concursos não acontece porque esses empregos são bem remunerados ou por causa do tipo de trabalho, mas porque somos um povo preguiçoso que tem como objetivo na vida encontrar uma cadeira para pendurar seu paletó. Deixamos de valorizar o papel de intermediação do bem coletivo para perpetuar uma estúpida "burrocracia". Não escolhemos mais o serviço público pela capacidade de fazer melhor do lugar onde vivemos, mas para não correr o risco de ser demitido pela incompetência que fazemos questão de perpetuar. Obrigada, dona Irma, por me fazer perder mais um bocadinho da minha fé na humanidade.
sábado, 28 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011

Estamos indignados! Por um grande ato contra as sequentes agressões gratuitas da polícia de SP em manifestações públicas.
Não precisamos de partidos corruptos, sindicatos falidos ou líderes hipócritas. Já não somos mais os mesmos. Organizações, grupos de amigos, movimentos sociais, turmas do bar, turmas da firma, gente diferenciada, pobres, fudidos e pensantes num só ato pelo direito de protestar. Pela liberdade de dar sua opinião, pela discussão em praça pública. Chega da prática policial em que jovem negro de bermuda e boné é suspeito – que ganha como brinde um tapa na orelha e uma arma na cabeça.
Pelo bom senso policial em manifestações públicas. A polícia deve procurar a ordem, não causar o pânico, o caos. PM, a cidade não é de vocês! Não venham lançar bombas por um bairro inteiro só porque assim decidiram.
Texto retirado do Panóptico



