segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar as coisas que não posso aceitar, e sabedoria para esconder os corpos daqueles filhos da puta que eu tiver que matar por estarem me enchendo o saco.
Também, me ajude a ser cuidadoso com os calos em que piso hoje, pois eles podem estar diretamente conectados aos sacos que terei que puxar amanhã.
Ajude-me, sempre, a dar 100% de mim no meu Trabalho…
12% na segunda-feira,
23% na terça-feira,
40% na quarta-feira,
20% na quinta-feira e
5% na sexta-feira.
E… Ajude-me sempre a lembrar, quando estiver tendo um dia realmente ruim e todos parecerem estar me enchendo o saco, de que são necessários 42 músculos para socar alguém e apenas 4 para estender meu dedo médio e mandá-lo para aquele lugar…
Que assim seja!!!
Sorrisão mais lindo da tia...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Quero lalalaiá porque eu tô voltando....

Someone asked Mahatma Gandhi which are the factors that can destroy a human being. His response was:

  • “Politics without principles,
  • “Pleasure without commitment,
  • “Wealth without work,
  • “Wisdom without character,
  • “Business without morals,
  • “Science without humanity,
  • “Prayer without charity.

“Life has shown me that people are courteous if I am courteous; people are sad if I am sad; people love me if I love them; people are mean if I hate them; people smile if I smile; people scowl if I am scowling; that the world is happy if I am happy; that people get mad if I am mad; that people are grateful if I show gratitude. Life is like a mirror; if I smile, the mirror returns the smile. The same attitude I have towards life is what life will have towards me.

“He who wishes to be loved, must love first.”

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Precisando de mar...

Na mitologia grega, Ícaro, filho de Dédalo e Neucrata. Para fugir do labirinto do Minotauro, seu pai lhe fez asas de penas e cera. Antes de levantar vôo, ainda recomenda altitude média, nem muito perto do Sol, cujo calor derreteria a cera, nem muito perto do mar, cuja umidade tornaria as asas pesadas.

Entretanto, no entusiasmo de poder voar, o jovem esqueceu os conselhos do pai e elevou-se tanto nos ares que como Ismália, confundiu-se entre céu e mar.

domingo, 14 de agosto de 2011

Fofura geek



descaradamente roubado do BQEG

segunda-feira, 4 de julho de 2011


Paixão é uma bobagem que a gente inventa pra se lembrar que está vivo. Paixão é Audrey Hepburn tomando champagne no café da manhã... Já o amor é o que nos faz levantar toma manhã. Amor é o prato de arroz com feijão fresquinho... dividido.

A falta do ar me fez rouca,

Procurei a bombinha,

Só pra ver se tinha

Ainda o gosto da sua boca

domingo, 12 de junho de 2011


Meu primeiro compromisso do dia foi no CEU Aricanduva. Fui no dia de hoje, porque uma funcionária do teatro de lá me orientou na última terça acomparecer no fim de semana para pegar ingressos referentes à peça que estará em cartaz no próximo fim de semana.
A mesma funcionária explicou que só poderia ser retirado um convite por pessoa, por tratar-se de peça concorrida. "Nem se eu pedir pela escola?", perguntei tolamente. "Nem se você fosse professora do próprio CEU", respondeu com profundo enfado a mesma funcionária.
Tudo bem, chamei alguns alunos que talvez se interessassem a ponto de ir até lá comigo e fomos. E demos com a cara na porta, já que não havia nenhum funcionário do teatro para nos atender. O vigilante de plantão foi categórico: "Convites, só na segunda feira." Ora, segunda feira, quem pode ir até lá? Quem pode faltar à aula ou trabalho para, individualmente, pegar convites para teatro? Mais que isso, o que custa a um funcionário PÚBLICO verificar uma informação antes de repassá-la a alguém? Será que essa senhora não percebe que uma informação incorreta fez com que 40 pessoas perdessem seu tempo e dinheiro se mobilizando para dar com a cara na porta?
Há tempos que o funcionalismo deixou de ser público. A disputa cada vez mais acirrada pelos concursos não acontece porque esses empregos são bem remunerados ou por causa do tipo de trabalho, mas porque somos um povo preguiçoso que tem como objetivo na vida encontrar uma cadeira para pendurar seu paletó. Deixamos de valorizar o papel de intermediação do bem coletivo para perpetuar uma estúpida "burrocracia". Não escolhemos mais o serviço público pela capacidade de fazer melhor do lugar onde vivemos, mas para não correr o risco de ser demitido pela incompetência que fazemos questão de perpetuar. Obrigada, dona Irma, por me fazer perder mais um bocadinho da minha fé na humanidade.